Este fim de semana foi mais um daqueles de tirar o sono, ou seja, de levantar da cama com a mente cheia de energia e sem ter saudades da posição horizontal.
De partida para a maratona merecida e que o corpo já reclamava desde o Natal.
Ahhhh, esqueci-me de revelar. Pois, sou mais um daqueles em que cresceu em peso mais 4 kilos desde essa data santa que faz milagres ao corpo.
Há quem dissesse muito menos, eu digo que pareço mesmo é um hipopótamo.
Agora vais ser muito mais difícil voltar atrás, porque para voltar a ser quem era, muito sofrimento vou ter que aguentar.
Não é difícil, mas como não faço disto a minha profissão, lá chegarei quando calhar.
Ahhhh, esqueci-me de revelar. Pois, sou mais um daqueles em que cresceu em peso mais 4 kilos desde essa data santa que faz milagres ao corpo.
Há quem dissesse muito menos, eu digo que pareço mesmo é um hipopótamo.
Agora vais ser muito mais difícil voltar atrás, porque para voltar a ser quem era, muito sofrimento vou ter que aguentar.
Não é difícil, mas como não faço disto a minha profissão, lá chegarei quando calhar.
As vistas do paredão estão a mudar. Não me refiro às ‘vistas’ a que nos habitua o verão, mas as obras que vão acontecendo por ali a ritmo lento, porque as outras, o tempo de agreste que ainda está, não deixa as moças saírem de vale de lençóis.
Mas se deixarmos de ver as obras durante umas semanas, a diferença é por demais evidente. O mais penoso para mim, foi deixar de ver as barraquitas que os pescadores por ali aglomeravam, como se de uma pequena aldeia se tratasse, mesmo em frente à ‘bola Nívea’.
Ainda não houve substituição para o espaço, apenas existe o vazio, uma falta de movimento, nem que sejam apenas alguns homens de barba rija, hirtos e firmes a olhar o infinito, como se estivessem e conseguissem admirar os peixes nos seus passeios matinais e estudassem a sua forma de vida para uma captura inteligente, com norma e ética, como se estivessem a formar a táctica de ataque.
Ainda não houve substituição para o espaço, apenas existe o vazio, uma falta de movimento, nem que sejam apenas alguns homens de barba rija, hirtos e firmes a olhar o infinito, como se estivessem e conseguissem admirar os peixes nos seus passeios matinais e estudassem a sua forma de vida para uma captura inteligente, com norma e ética, como se estivessem a formar a táctica de ataque.
As várias formações de amigos do BTT, já chegaram e vereiam por entre o vento e contra ele, entusiasmando as pernas a responderem aos apelos do cérebro. Eu próprio tenho alguma dificuldade em serpentear os ventos fortes e a areia que paira pelo ar, tentando escapar com os meus órgãos respiratórios à deglutição espontânea, evitando a formação de peso dentro dos pulmões.
As gaivotas, pois essas, pairavam no ar, não precisam de bater as asas que não saem do mesmo sítio e são livres...
Na areia, prepara-se um jogo de rugby, com balizas em direcção à nascente das ondas, onde se amarram algumas cordas a metro e meio. Não deve ser boa ideia...
Mais à frente mais um jogo de futevoley ou voleyfut, jogo engraçado, organizado pelos calónicos da zona, profissionais do calão e do chute na bola e cabeçada, como se um jogo de voley se tratasse (mãos atrás das costas).
Este fim de semana, fiquei completamente de rastos, como se já não fizesse nada hà meses, custou um bocado, mas compensa o esforço pela imagem que o espelho e a balança em conjunto nos transmite.
É que a minha balança quando não faço nada, diz-me em tom bem claro “pese-se um, de cada vez”.
Então, fico frustrado, vou para o meu ginásio e faço guerra ao meu corpo e normalmente gosto daquilo que vejo, ao fim de um mês de trabalhos forçados.
Ele é bicicleta, é passadeira, é corda de saltar, é banco de abdominais, é pesos, é saco de areia, é barra de torção, e outros afins específicos de manutenção e artes marciais, que são o meu sustento em dias de chuva ou de intempéries rasgadas.
É que a minha balança quando não faço nada, diz-me em tom bem claro “pese-se um, de cada vez”.
Então, fico frustrado, vou para o meu ginásio e faço guerra ao meu corpo e normalmente gosto daquilo que vejo, ao fim de um mês de trabalhos forçados.
Ele é bicicleta, é passadeira, é corda de saltar, é banco de abdominais, é pesos, é saco de areia, é barra de torção, e outros afins específicos de manutenção e artes marciais, que são o meu sustento em dias de chuva ou de intempéries rasgadas.
Ahh, pois é, como diz uma amiga querida, eu não brinco em serviço, mesmo sem personal trainer, gosto de cultivar a ginástica de manutenção e até hoje, problemas de ossos, ou outros órgãos internos ou externos, não têm passado pela meu esqueleto, felizmente e graças a Deus também.
Também não quero dizer que isso é regra ou milagre, mas que ajuda a manter uma vida saudável e sem problemas, acredito! Mas acredito mesmo, senão, não estava aqui a escrever na tentativa de elucidar alguém, de que isto é mesmo verdade.
Não é eu apanágio tentar convencer ninguém, só se deixa convencer quem acredita e para acreditar, tem que se lhe vestir a pele.
Não é eu apanágio tentar convencer ninguém, só se deixa convencer quem acredita e para acreditar, tem que se lhe vestir a pele.
E digo mais, se parar por uns tempos, o esqueleto não aguenta a gordura e aí vêm as dores de costas, as noites mal dormidas, as más disposições, o mau feitio, etc.
É que depois de uns dias de boa manutenção, a disposição é completamente outra, há algo de mágico que nos transporta para a felicidade de estarmos bem com o corpo e com a alma.
É que depois de uns dias de boa manutenção, a disposição é completamente outra, há algo de mágico que nos transporta para a felicidade de estarmos bem com o corpo e com a alma.
Hoje alonguei-me com a conversa, mas sabe sempre bem podermos conhecer a experiência positiva de outras andanças.
Novidades? Não há, quanto à areia, era o que se esperava...
Boas flexões de braços e bons dias de sol para vos pôr um sorriso nessa atitude.
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